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	<title>vida &#8211; Mulher aos 60</title>
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		<title>Ter um bichinho de estimação faz um bem danado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucimar Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Nov 2016 17:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sobre mim]]></category>
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<p>Um pet é tudo de bom em qualquer idade da nossa vida. E mais ainda quando nossos filhos já saíram de casa, estamos aposentadas. Os netinhos são especiais, mas o pet é um grande companheiro.</p>



<p>São momentos únicos de amizade, carinho e muita companhia. Isso quando não causa gargalhadas.&nbsp; É muito bom.</p>



<p>Escolher um animal de estimação é uma decisão importante e de responsabilidade. Você será o anjo da guarda desse animalzinho querido por toda a sua vida. E lembre-se de que a dedicação é diária, seja em período de férias e feriados curtos e prolongados, pois ele exige cuidados e pede carinho.</p>



<p>&nbsp;O animal doméstico é para toda vida, portanto, você vai estar ao seu lado nos momentos felizes, de brincadeiras, mas também de dor e, principalmente, na velhice. E ele com você.</p>



<p>Dia a dia eles nos conquistam e acabam se tornando membros da família.&nbsp; Escolher o animal de estimação ideal nem sempre é tarefa fácil. Além de se identificar com a personalidade do pet, é preciso que ele se adapte a sua rotina e estilo de vida. É importante ter em mente que os animais precisam de nós – eles exigem cuidados, tempo, dedicação e dinheiro com alimentação, medicamentos e visitas de tempos em tempos ao veterinário, para tomar vacinas e fazer um check-up.</p>



<p>Temos, minha filha e eu, dois gatinhos &#8211; Duque e Bastet. O Duque é angorá, tem 10 anos, é macho, quieto, comportado e um grande observador. Nosso companheiro e rei da casa. A Bastet é siamesa, tem um ano, é amiga, esperta e muito danadinha. Curiosa que só. Ambos são amigos: brincam, brigam, mas um tem cuidado com o outro.</p>



<p>Como minha filha é adulta, portanto, não depende de mim, eles são meus &#8220;netinhos&#8221; e são a alegria da casa.</p>



<p>Tenha um animalzinho e me diga depois se não foi uma das melhores coisas que fez na vida.</p>
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		<title>O último sopro de vida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucimar Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Aug 2016 23:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Kalanithi]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[médico]]></category>
		<category><![CDATA[Paul]]></category>
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<p>Assim que foi lançado no Brasil, comprei o livro <em>O último sopro de vida</em>, que traz a história do médico americano Paul Kalanithi, sua trajetória profissional e de vida, cujo desejo de escrever o livro surgiu aos 36 anos, depois de receber a notícia de que tinha câncer de pulmão com metástase em vários órgãos. Deu evasão à sua facilidade em escrever e mostrar os fatos.</p>



<p>A história não é triste, ao contrário. Inicialmente, mostra a rotina de um médico residente neurocirurgião e neurocientista. Uma viagem à sua vida como médico em hospitais, no desenvolvimento de suas pesquisas, e depois como paciente e médico ao mesmo tempo, no tratamento do seu câncer.</p>



<p>Em consultas com sua oncologista, ele atuou como médico, definindo junto com ela o seu tratamento. Para ele foi difícil, pois ele tinha conhecimento total e real da sua situação de doente incurável, com pouco tempo de vida.</p>



<p>Esse tempo que lhe restava o fez planejar sua vida, a fim de viver novas emoções, como ter uma filha com sua esposa Lucy Kalanithi. Ela nasceu em julho de 2014&nbsp; e se chama Elizabeth Acadia, carinhosamente chamada de Cady, a quem ele dedicou o livro.</p>



<p>O que fica para as pessoas, depois da leitura do livro, é a busca do neurocirurgião pela perfeição, a preocupação em dar o seu melhor como médico aos seus pacientes, e que pode ser visto em suas palavras &#8220;fui atraído pela neurocirurgia, com seu implacável apelo pela perfeição&#8221;.</p>



<p>Interessante o trecho em que ele afirma que &#8220;os médicos cuidam de doentes, mas os neurocirurgiões trabalham com a essência da identidade: qualquer operação no cérebro é uma manipulação da substância de nosso eu&#8221;. Com essa frase ele quis dizer que a&nbsp; cirurgia no cérebro é dramática e não é simplesmente viver ou morrer, mas que tipo de vida vale a pena viver. Ele considerou o risco da pessoa não ser a mesma de antes.Ter uma perda cerebral, de memória ou mesmo viver de maneira vegetativa.</p>



<p>A finalização do livro e sua edição ficaram sob responsabilidade de sua esposa, cumprindo, assim, seu último desejo. Ele deixou o manuscrito inacabado, quando veio a falecer, em 15 de março de 2015.</p>



<p>Morrer antes dos 40 anos, e de câncer, quando se está iniciando a vida familiar e com uma trajetória profissional cheia de desafios é difícil, mais ainda quando se trata de um médico com uma carreira brilhante como neurocirurgião que conseguiu, mesmo doente, terminar sua residência.&nbsp; Ele teve de redesenhar seu breve futuro, a partir da descoberta da doença. Ele lutou &#8220;por dias mais ricos de propósitos e significados&#8221;. E conseguiu. Ele foi um médico e ser humano notável. Ele fez com que cada momento de sua vida tivesse realmente valido a pena.</p>
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