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	<title>Cultura &#8211; Mulher aos 60</title>
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	<title>Cultura &#8211; Mulher aos 60</title>
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		<title>Flamboyants no Distrito Federal: O espetáculo de cores que transforma o cerrado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucimar Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Oct 2025 17:30:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Árvore]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre setembro e dezembro, Brasília ganha um espetáculo natural que colore ruas, avenidas e praças:...]]></description>
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<p>Entre setembro e dezembro, Brasília ganha um espetáculo natural que colore ruas, avenidas e praças: <strong>é a florada dos flamboyants</strong>, árvores exuberantes que pintam a paisagem do Distrito Federal de vermelho, laranja e até amarelo.</p>



<p>Originário de Madagascar, o flamboyant (<em>Delonix regia</em>) adaptou-se perfeitamente ao clima do Cerrado e hoje é uma das árvores mais admiradas pelos brasilienses — um verdadeiro símbolo da primavera na capital.</p>



<p>Quem circula pela cidade nesta época do ano pode notar que as copas vermelhas se destacam em meio ao verde dos ipês e às linhas retas da arquitetura modernista. Segundo a Novacap, há cerca de 100 mil flamboyants espalhados pelo Distrito Federal, formando verdadeiros corredores de cor e sombra, cujo plantio foi iniciado em 1960 como parte do projeto de arborização urbana. A espécie pode atingir até 12 metros de altura e tem floração intensa, mas de curta duração — o que a torna ainda mais especial.</p>



<p>A florada marca o início do período chuvoso e costuma durar até o fim de dezembro. É o momento em que fotógrafos, ciclistas e admiradores da natureza saem em busca das melhores paisagens para registrar.</p>



<p>Alguns dos locais mais conhecidos para apreciar a beleza dessas árvores são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Asa Sul, especialmente nas quadras 209, 210 e 211;</li>



<li>Eixão Sul e Norte e o Eixo Monumental, que reúnem exemplares majestosos;</li>



<li>Universidade de Brasília (UnB), com áreas sombreadas por grandes flamboyants;</li>



<li>Zoológico de Brasília, ideal para passeios em família e</li>



<li>Sudoeste, Park Way, Taguatinga, Vicente Pires e Ceilândia, onde também há belas concentrações da espécie.</li>
</ul>



<p>Além de ornamentar a cidade, os flamboyants oferecem sombra generosa, o que o torna ideal para áreas urbanas. Sua copa ampla e frondosa ajuda a amenizar o calor e a compor um visual acolhedor — uma combinação perfeita de funcionalidade e &nbsp;beleza.</p>



<p>Para muitos moradores, a chegada das flores é também um lembrete poético de que o ciclo das estações continua, trazendo vida nova e cor à capital planejada.</p>



<p>A cada primavera, os flamboyants reafirmam a harmonia entre natureza e cidade, lembrando que Brasília — embora moderna e planejada — floresce em cores e poesia. Vale a pena sair pelas ruas e viver esse espetáculo natural</p>



<p>&nbsp;Aproveita e procure vivenciar esse cenário no final da tarde em locais com maior concentração de flamboyants. A luz dourada do pôr do sol realça ainda mais o vermelho das flores — o cenário perfeito para fotos e momentos de contemplação.</p>



<p><strong>Fontes e créditos:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Agência Brasília: <em>Florada dos flamboyants colore as ruas do DF</em> (2023)</li>



<li>Novacap: <em>Flamboyants colorem as ruas do Distrito Federal</em> (2023)</li>



<li>Correio Braziliense: <em>Pedacinho de Madagascar no Cerrado</em> (2021)</li>
</ul>



<p></p>



<p></p>
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		<title>A Mulher da Casa Abandonada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucimar Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Oct 2025 18:02:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[O caso real que revelou uma história de crime, mistério e impunidade no coração de...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>O caso real que revelou uma história de crime, mistério e impunidade no coração de São Paulo</em></p>



<p>No último domingo terminei de assistir o documentário <strong>Mulher da Casa Abandonada. </strong>E, posso afirmar que, nos últimos anos, poucas histórias despertaram tanta curiosidade e debate no Brasil, após a notoriedade do podcast investigativo de Chico Felitti, em 2022. O caso mistura elementos de mistério, crime, decadência social e reflexões sobre impunidade.</p>



<p><strong>Quem é a Mulher da Casa Abandonada?</strong></p>



<p>A protagonista da história é <strong>Margarida Bonetti</strong>, filha de uma família tradicional da elite paulistana. Por décadas, ela viveu em uma mansão em Higienópolis, bairro nobre de São Paulo, cuja aparência de abandono contrastava com o passado de riqueza da moradora. Frequentemente vista pelas ruas com o rosto coberto por pomadas e curativos, Margarida despertava a curiosidade dos vizinhos, que pouco sabiam sobre o passado sombrio por trás daquela figura excêntrica.</p>



<p><strong>O crime veio à tona</strong></p>



<p>Por trás da aparência enigmática, escondia-se uma grave acusação. Margarida Bonetti e o marido foram denunciados nos Estados Unidos por manter uma empregada doméstica brasileira em regime análogo à escravidão, durante a década de 1990, em Maryland. A vítima foi levada por eles, para trabalhar na casa do casal. Sem salário, sem documentos e submetida a condições degradantes, a trabalhadora só conseguiu se libertar com a&nbsp; ajuda de vizinhos e das autoridades americanas.</p>



<p>O marido de Margarida foi condenado pela Justiça dos EUA. Já ela, que voltou ao Brasil antes do julgamento, nunca cumpriu pena, pois o crime prescreveu e não havia acordo de extradição entre os dois países.</p>



<p><strong>A casa como símbolo</strong></p>



<p>A mansão onde Margarida viveu se tornou símbolo do caso. Com paredes descascadas, janelas quebradas, o imóvel passou a representar não apenas o isolamento da moradora, mas também a sensação de que um crime grave havia ficado sem resposta. O apelido “Casa Abandonada” se popularizou e acabou reforçando a imagem de decadência e impunidade que envolve a história.</p>



<p><strong>Repercussão e Debates</strong></p>



<p>O sucesso do podcast transformou o caso em um fenômeno midiático. Milhares de pessoas passaram a visitar a rua para ver de perto a casa, em uma mistura de turismo macabro e indignação.</p>



<p>A repercussão reacendeu discussões sobre temas sensíveis, como:</p>



<p>.<strong>&nbsp; O trabalho análogo à escravidão, </strong>que ainda persiste no Brasil e em outros países;</p>



<p><strong>.&nbsp; A impunidade das elites, </strong>frequentemente associada à desigualdade no sistema de justiça;</p>



<p><strong>. O papel do jornalismo investigativo </strong>na denúncia de crimes e injustiças sociais<strong>.</strong></p>



<p>O caso da Mulher da Casa Abandonada escancara feridas históricas da sociedade brasileira — o racismo estrutural, a exploração de trabalhadoras domésticas e as desigualdades sociais ainda enraizadas no país. Ao mesmo tempo, a história evidencia a força da imprensa e da memória coletiva em manter viva a discussão sobre justiça, empatia e direitos humanos.</p>



<p>Mais do que uma figura excêntrica, Margarida Bonetti tornou-se símbolo de um passado de opressão que ainda ecoa no presente.</p>



<p>Para saber mais<br>&#8211; Podcast: “A Mulher da Casa Abandonada”, de Chico Felitti (Spotify).<br>&#8211; Documentário disponível no Globoplay.</p>



<p>Fontes<br>&#8211; Podcast “A Mulher da Casa Abandonada”, de Chico Felitti (Spotify).<br>&#8211; Reportagens da Folha de S.Paulo, O Globo, G1 e Metrópoles sobre o caso Margarida Bonetti.<br>&#8211; Documentário “A Mulher da Casa Abandonada” (Globoplay, 2023).<br>&#8211; Registros do processo judicial nos Estados Unidos, divulgados pela imprensa americana.<br>&#8211; Declarações públicas do jornalista Chico Felitti e entrevistas em veículos de mídia.</p>
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		<title>Turistando em Salvador: um mergulho na história, cultura e identidade afro-brasileira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucimar Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jul 2025 11:44:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[Pelos becos históricos do Pelourinho até a literatura viva da Casa de Jorge Amado, a...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Pelos becos históricos do Pelourinho até a literatura viva da Casa de Jorge Amado, a capital baiana revela suas raízes afrodescendentes em uma jornada cultural imperdível.</em></p>



<p>Quem visita Salvador, capital da Bahia, não encontra apenas belas praias e sol escaldante. Aliás, quando recentemente estive lá, estava chovendo, mas foi possível visitar alguns pontos turísticos.</p>



<p>A cidade pulsa história e cultura em cada esquina, e uma imersão em suas raízes africanas é um convite para compreender a alma do Brasil. Neste roteiro cultural, o passeio começa pelo <strong>Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira (MUNCAB)</strong>, segue pelas ladeiras coloridas do <strong>Pelourinho</strong> e termina na inspiradora <strong>Casa de Jorge Amado</strong>, símbolo da literatura baiana e brasileira.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira: heranças e resistências</strong></h4>



<p>Localizado no centro histórico de Salvador, o MUNCAB é um espaço dedicado à valorização das contribuições africanas à formação do Brasil. Com acervos que vão de objetos religiosos a obras de arte contemporâneas, o museu promove uma reflexão profunda sobre a herança cultural dos povos africanos e a luta contra o racismo estrutural. É um espaço repleto de ancestralidade e a visita emociona porque revela quem somos, de onde viemos.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Pelourinho: o coração do Centro Histórico</strong></h4>



<p>De lá, o passeio segue para o <strong>Pelourinho</strong>, um dos bairros mais icônicos da cidade. Patrimônio Histórico da Humanidade pela UNESCO, suas ladeiras e casarões coloniais contam histórias de séculos de escravidão, resistência e cultura viva. Ao som do berimbau e dos tambores do Olodum, turistas se encantam com a energia que toma conta das ruas.</p>



<p>Entre igrejas barrocas e ateliês de arte, há espaço para saborear a culinária típica — como o acarajé da baiana na esquina ou a moqueca de dendê servida com vista para a Baía de Todos-os-Santos. O Pelô, como é carinhosamente chamado, é também palco de manifestações culturais e musicais que celebram a ancestralidade afrobaiana.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Casa de Jorge Amado: literatura, memória e identidade</strong></h4>



<p>No coração do Pelourinho está a <strong>Casa de Jorge Amado</strong>, onde o legado do escritor baiano ganha vida. Autor de obras marcantes como <em>Gabriela, Cravo e Canela</em> e <em>Capitães da Areia</em>, Jorge Amado é figura central na literatura que retrata a Bahia com realismo mágico, sensibilidade e humor. O espaço reúne manuscritos, fotografias, objetos pessoais e vídeos, transportando os visitantes ao universo criativo do autor e de sua esposa, Zélia Gattai.</p>



<p>A visita à Casa é também um mergulho na identidade popular baiana, presente em cada linha das obras de Amado. É impossível sair sem se emocionar com a beleza e a força do nosso povo e deixa no coração um sentimento profundo de pertencimento e admiração.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Uma experiência que transforma</strong></h4>



<p>Salvador é mais do que um destino turístico: é um território de memória, fé e resistência. Visitar o Museu de Afrodescendentes, caminhar pelo Pelourinho e conhecer a Casa de Jorge Amado é compreender, em parte, o Brasil profundo — aquele que nasceu do encontro entre culturas, das dores e das alegrias de um povo que ainda hoje dança, canta e escreve sua história.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>As novelas baseadas nas obras de Jorge Amado: retratos vivos da Bahia</strong></h4>



<p>As obras de Jorge Amado, adaptadas com sucesso para o cinema e televisão, como <em>Gabriela, Cravo e Canela</em> e <em>Capitães da Areia</em>, são mais do que histórias ficcionais — são retratos vivos da Bahia, com seus contrastes sociais, sua sensualidade, sua religiosidade e sua riqueza cultural.</p>



<p>Ambientada na Ilhéus da década de 1920, <em>Gabriela</em> narra a chegada da jovem retirante que, com sua beleza natural e jeito livre, transforma a vida dos moradores da cidade. A obra explora o choque entre o moderno e o arcaico, os papéis de gênero, a força da mulher nordestina, e os sabores e aromas da culinária baiana — tudo permeado por uma atmosfera sensual e poética. A personagem Gabriela é símbolo de liberdade e espontaneidade, um reflexo da Bahia viva, diversa e intensa.</p>



<p>Já em <em>Capitães da Areia</em>, Jorge Amado mergulha no universo de crianças e adolescentes em situação de abandono nas ruas de Salvador. Pedro Bala e seus companheiros vivem à margem da sociedade, entre a delinquência e a ternura. A narrativa trata com profundidade temas como injustiça social, infância negligenciada, amizade, solidariedade e sobrevivência urbana. É um grito contra a desigualdade e uma homenagem à infância esquecida.</p>



<p>As novelas e filmes baseados nessas obras imortalizaram personagens e cenários que atualmente fazem parte do imaginário nacional — muitos deles inspirados diretamente nos espaços reais de Salvador e do Recôncavo Baiano. Ao caminhar pelo Pelourinho ou visitar a Casa de Jorge Amado, o visitante sente como se estivesse vivenciando essas histórias, onde cada ambiente guarda um fragmento da literatura e da vida.</p>



<p>Assim, ao visitar Salvador, o turista não leva apenas lembranças — leva consigo um &nbsp;pouco de história do país e um novo olhar sobre a identidade cultural do país.</p>
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		<title>O Ócio Criativo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucimar Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Oct 2023 21:30:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[criativo]]></category>
		<category><![CDATA[domenico]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[masi]]></category>
		<category><![CDATA[ócio]]></category>
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					<description><![CDATA[Domenico De Masi, falecido em 9 de setembro de 2023, foi um sociólogo italiano que...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Domenico De Masi, falecido em 9 de setembro de 2023, foi um sociólogo italiano que se tornou famoso por utilizar o termo &#8220;ócio criativo&#8221; segundo o qual o ócio é um fator que estimula a criatividade pessoal. Daí o nome do seu livro &#8220;O Ócio Criativo&#8221;.</p>


<div class="wp-block-image is-resized">
<figure class="alignleft size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="684" height="1024" src="https://mulheraos60.com.br/wp-content/uploads/2024/03/oociocriativo9309-684x1024.jpg" alt="" class="wp-image-5952" style="width:171px;height:auto" srcset="https://mulheraos60.com.br/wp-content/uploads/2024/03/oociocriativo9309-684x1024.jpg 684w, https://mulheraos60.com.br/wp-content/uploads/2024/03/oociocriativo9309-200x300.jpg 200w, https://mulheraos60.com.br/wp-content/uploads/2024/03/oociocriativo9309-768x1150.jpg 768w, https://mulheraos60.com.br/wp-content/uploads/2024/03/oociocriativo9309.jpg 896w" sizes="(max-width: 684px) 100vw, 684px" /><figcaption class="wp-element-caption">O Ócio Criativo &#8211; -Domenico de Masi</figcaption></figure></div>


<p>Nessa obra, De Masi analisa as transformações que o mundo do trabalho sofreu ao longo dos anos pós-industrial e afirma que dedicamos mais tempo de nossa vida ao trabalho, e que deve ser feita uma redistribuição do tempo entre o trabalho e os momentos a serem dedicados a outras atividades que gerem realização pessoal e alegria. </p>



<p>Praticar o ócio dá liberdade para fazermos o que quiser e, certamente, esses momentos facultam um desempenho melhor nas atividades a serem desenvolvidas.</p>



<p>Assim, praticamos o ócio<strong> </strong>quando nos permitimos apreciar a natureza, uma música, um filme, ler um livro ou assistir a uma peça de teatro. E são esses momentos vividos que fazem com que nosso desempenho em atividades obrigatórias seja melhor.</p>



<p>Entendo que praticar o ócio é<strong> </strong>ter um tempo de descanso na rotina<strong>.</strong> É descansar o corpo e a alma.</p>



<p>E você, pratica o ócio?&nbsp;<strong> </strong></p>



<p><em>Livro: De MASI, Domenico. O Ócio Criativo. Entrevista a &nbsp;Léa Manzi. &nbsp;Editora Sextante, 2004.</em></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Minhas duas meninas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucimar Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Oct 2019 01:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[gêmeas]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez]]></category>
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					<description><![CDATA[“Escrito pela jornalista Teté Ribeiro, o livro conta sua trajetória até a Índia, para buscar...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>“Escrito pela jornalista Teté Ribeiro, o livro conta sua trajetória até a Índia, para buscar suas duas filhas geradas por uma barriga de aluguel.”</p>



<p>Lançado em junho de 2016, o livro Minhas Duas Meninas traz o relato da jornalista Teté Ribeiro que, após várias tentativas de engravidar, desistiu e teve suas gêmeas – Rita e Cecília, por meio de barriga de aluguel na Índia. </p>



<p>Ambas atualmente têm três anos. O livro trata da relação dela com a mãe indiana Vanita, casada com Sandip e mãe de Aarav, os primeiros dias das meninas, as particularidades da clínica e os dilemas de ser mãe sem passar pela experiência da gestação e do momento de dar à luz.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-full is-resized"><img decoding="async" width="666" height="1000" src="https://mulheraos60.com.br/wp-content/uploads/2024/03/minhas_duas_meninas_917FPZsR7hL._AC_UF10001000_QL80_.jpg" alt="" class="wp-image-5954" style="width:266px;height:auto" srcset="https://mulheraos60.com.br/wp-content/uploads/2024/03/minhas_duas_meninas_917FPZsR7hL._AC_UF10001000_QL80_.jpg 666w, https://mulheraos60.com.br/wp-content/uploads/2024/03/minhas_duas_meninas_917FPZsR7hL._AC_UF10001000_QL80_-200x300.jpg 200w" sizes="(max-width: 666px) 100vw, 666px" /></figure></div>


<p> Os capítulos do livro não mantêm uma cronologia, mas a autora faz uso de uma linguagem fluida, direta. Muitas vezes, ela sai do presente e retorna ao passado recente ou mesmo remoto.</p>



<p> A riqueza do livro está nos detalhes das descrições. Os primeiros capítulos narram a chegada de Teté à Índia, em que ela procura dar ao leitor uma visão local, falar sobre a cultura e os costumes do povo indiano. Durante o percurso do aeroporto à cidade Anand, onde fica a clínica especializada em barrigas de aluguel, Telé conversa com o indiano Uday, braço direito da Dra. Nayana Patel, a médica especialista em fertilização e dona da clínica e foi designado para ser o seu motorista eventual. Uday é discreto, direto, e com colocações um tanto polêmicas. Telé vê nele uma pessoa que muito a ajudou na logística durante sua estadia quando do nascimento das gêmeas e, depois em 2015, quando retornou à cidade para colher depoimentos de pessoas que diretamente participaram desse momento de sua vida e estão presentes em seu livro. </p>



<p> As mulheres que se sujeitam a ser barriga de aluguel fazem isso para levantar dinheiro para pagar dívidas, os estudos dos filhos ou melhorar de vida. A Vanila recebeu 8.000 dólares pela gravidez de Rita e Cecília, quitou dívidas e guardou uma parte para os estudos do filho. As mães têm que ter entre 21 e 45 anos, serem casadas e já terem pelo menos um filho. A clínica também só permite duas cesáreas. </p>



<p>No decorrer da história, a autora nos retrata o mercado de trabalho indiano, onde a concorrência acirrada por empregos que exijam pouca ou nenhuma qualificação resulta, às vezes, em péssimas condições de trabalho; o sistema de castas também é abordado, e o impacto negativo na vida do cidadão das castas mais baixas.</p>



<p>Em alguns breves momentos da narrativa, a autora conta um pouco de sua família, pai, mãe e irmã. Seu pai, também jornalista, sua relação difícil com a mãe, e sua convivência com a irmã.</p>



<p>Cabe destaque o relato sobre sua breve passagem pelo burocrático caminho brasileiro da adoção. Quando a autora trata do sistema de barrigas de aluguel, ela dá detalhes da técnica na índia e em outros países e fala, também, como surgiram os primeiros bebês de proveta. </p>



<p>Uma curiosidade do livro foi quando Teté, colhendo depoimentos para seu livro em 2015, na Índia, conversou com o casal Melody e Paul Siwek, americanos de Houston, no Texas, também pacientes da Dra. Nayana, e ficou hospedado no mesmo hotel que ela, o Madhubhan.  Melody tinha dificuldades para engravidar e o casal contratou os serviços da Dra. Nayana. E usou duas barrigas de aluguel ao mesmo tempo, sendo que cada indiana teve um embrião fecundado. Após dois meses, Melody descobriu que estava grávida. Eles tiveram dois bebês nascidos na Índia no meio do ano de 2016 e uma no Texas, um mês depois. </p>



<p>No livro há fotos dos bebês Rita e Cecília no dia em que Teté as conheceu, da Teté e do Sérgio com suas meninas no colo, da Vanita, do Sandip e do Aarav com a Teté, da Dra. Nayana Patel com algumas mulheres da Casa das Grávidas quando do nascimento do bebê 1.001 e do  Sr. Uday, com a Rita no colo, no último dia do casal (Teté e Sérgio) em Anand. </p>



<p>Gostei do livro, pois a autora procura relatar os fatos, sem julgamentos ou opiniões. A leitura flui e o desejo de chegar ao final é real. É uma história que nos mostra os desafios e o desejo de uma mulher ser mãe no mundo contemporâneo, depois de quase dez anos de várias tentativas de engravidar.</p>



<p>Compre já o livro na Cultura e divirta-se.</p>



<p><a href="https://www.livrariacultura.com.br/minhas-duas-meninas-46328286/p">https://www.livrariacultura.com.br/minhas-duas-meninas-46328286/p</a></p>



<p>Primeiro encontro de Teté com Rita e Cecília com quatro dias, no hospital Zydus, em Anand.</p>
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		<title>Mondrian e a arte abstrata holandesa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucimar Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Dec 2017 00:37:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[holanda]]></category>
		<category><![CDATA[mondrian]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasília foi presenteada pela passagem de seus 56 anos, com a exposição Mondrian e o...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="800" height="533" src="https://mulheraos60.com.br/wp-content/uploads/2024/03/mondriand2.png" alt="" class="wp-image-6019" srcset="https://mulheraos60.com.br/wp-content/uploads/2024/03/mondriand2.png 800w, https://mulheraos60.com.br/wp-content/uploads/2024/03/mondriand2-300x200.png 300w, https://mulheraos60.com.br/wp-content/uploads/2024/03/mondriand2-768x512.png 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption">Piet Mondrian (7-3-1872 / 1-2-1944)</figcaption></figure></div>


<p>Brasília foi presenteada pela passagem
de seus 56 anos, com a exposição <em>Mondrian e o Movimento De Stijl</em>, no
Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). &nbsp;Um grande presente para os que aqui moram.</p>



<p>Pieter
Cornelis Mondrian (1872-1944), conhecido por Piet Mondrian, deixou como legado
trabalhos que se aproximam das manifestações de designers, arquitetos e
artistas. </p>



<p>Quando
falamos de Mondrian, lembramos imediatamente de seu trabalho mais famoso que é
a composição com grande plano vermelho, amarelo, preto, cinza e azul. Bem, mas
para chegar a esse resultado, ele, durante muito tempo, produziu paisagens
carregadas de cores escuras e, muitas vezes, sombrias, que caracterizavam a
pintura holandesa do século XIX.</p>



<p>Quando
ressaltamos a trajetória de Mondrian, não podemos deixar de falar das
influências que ele sofreu de grandes nomes das artes, como as cores e
pinceladas vigorosas de Van Gogh, ou mesmo o pontilhismo de Seurat. Num
processo contínuo, de conhecimento e desenvolvimento estético de sua arte,
Mondrian achou no cubismo uma forma de abstrair a realidade, de buscar a
essência da imagem e sua simplicidade. Para ele, a arte moderna era universal e
as cores primárias puras, que junto a formas planas, deram a dinâmica de suas
telas.</p>



<p>A
exposição não se limitou a nos fornecer a cronologia do trabalho de Mondrian e
sim do Movimento De Stijl como um todo. Mas o que foi esse movimento?
Primeiramente, surgiu a revista De Stijl, criada em 1917, pelo escritor,
crítico de arte, poeta e artista Theo van Doesburg, Mondrian e outros artistas.
Por possuir uma espécie de manifesto de conduta e pela repercussão que teve no
cenário da arte tornou-se um movimento.&nbsp;
De apenas uma revista passou, então, a ser o encontro de um grupo de artistas, designers e arquitetos, que apresentavam ideias e teorias sobre uma nova estética, que era unir o que
havia de moderno com o cotidiano da cidade. Não buscavam
padronização, mas tão somente “soluções específicas voltadas para algumas
pessoas, espaços ou circunstâncias, tanto na arquitetura como no mobiliário ou
na pintura&#8221;.</p>



<p>A cadeira Vermelha Azul que Gerrit Rietveld criou,
entre 1917 e 1923, no design, é representativa desse movimento, bem como a casa para Truus
Schroder-Schrader “em que aplicou a paleta de cores primárias privilegiando
espaços abertos, luminosidade, ventilação e funcionalidade, rompendo com
convenções arquitetônicas da época”.</p>



<p>&nbsp;Além de trinta
obras de Mondrian, a exposição mostrou mais de setenta obras de outros artistas do movimento de Stijl.</p>



<p>Mondrian me mostrou, em um
primeiro momento, ser um intérprete da natureza, preocupado em trabalhar
paisagens, com foco no essencial, mas bem tradicional e um tanto acadêmico. Nesse
momento de sua vida esse era o cenário artístico em que estava inserido e, conforme
foi convivendo com outros artistas, seu trabalho passou a ser mais ousado. A
criação do neoplasticismo foi o resultado de uma busca de anos na vida de
Mondrian e, mesmo tendo conseguido alcançá-lo em um determinado momento, ele
nunca parou de criar e se superar, pois o mundo, como a arte, está em constante
movimento. </p>



<h3 class="wp-block-heading">Obras</h3>



<p>No início da sua carreira, Mondrian demonstrava a busca pelas formas
simples, como pode ser observado em suas obras abaixo.<strong></strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="533" src="https://mulheraos60.com.br/wp-content/uploads/2024/03/obra_mondriand_01.png" alt="" class="wp-image-6021" srcset="https://mulheraos60.com.br/wp-content/uploads/2024/03/obra_mondriand_01.png 800w, https://mulheraos60.com.br/wp-content/uploads/2024/03/obra_mondriand_01-300x200.png 300w, https://mulheraos60.com.br/wp-content/uploads/2024/03/obra_mondriand_01-768x512.png 768w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption">Piet  Mondrian Bleachworks on the Gein, de 1900-1902.</figcaption></figure></div>


<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="533" src="https://mulheraos60.com.br/wp-content/uploads/2017/12/mondriand3.png" alt="" class="wp-image-6023" srcset="https://mulheraos60.com.br/wp-content/uploads/2017/12/mondriand3.png 800w, https://mulheraos60.com.br/wp-content/uploads/2017/12/mondriand3-300x200.png 300w, https://mulheraos60.com.br/wp-content/uploads/2017/12/mondriand3-768x512.png 768w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption">Piet Mondrian &#8211; Aäronskelk; Blauwe bloem (Arum lily; Blue flower), 1908-1909.</figcaption></figure>



<p>Mondrian, com a <em>Composição em Oval, </em>(abaixo)<em> </em>concluída em 1914, busca a abstração, por ser uma comunicação mais universal.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="751" src="https://mulheraos60.com.br/wp-content/uploads/2017/12/mondriand4-1024x751.png" alt="" class="wp-image-6024" srcset="https://mulheraos60.com.br/wp-content/uploads/2017/12/mondriand4-1024x751.png 1024w, https://mulheraos60.com.br/wp-content/uploads/2017/12/mondriand4-300x220.png 300w, https://mulheraos60.com.br/wp-content/uploads/2017/12/mondriand4-768x563.png 768w, https://mulheraos60.com.br/wp-content/uploads/2017/12/mondriand4.png 1269w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Piet Mondrian &#8211; Composição Oval em cores planas II (1914) &#8211; Gemeentemuseum, Den Haag</figcaption></figure>



<p>Mondrian passou da abordagem cubista de cores de tons cinza e marrom, para vermelhos, amarelos e azuis – as cores primárias. Os blocos de cor sobre um fundo branco já não fazem referência a um objeto de natureza física, como uma árvore ou um edifício, e as referências à profundidade ilusionista foram eliminadas. A composição é baseada na cor e equilíbrio e dá o mesmo peso a todas as áreas da superfície do quadro, movendo-se em direção ao equilíbrio preciso de suas telas que demonstram maturidade artística.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="635" height="408" src="https://mulheraos60.com.br/wp-content/uploads/2017/12/mondriand5.png" alt="" class="wp-image-6025" srcset="https://mulheraos60.com.br/wp-content/uploads/2017/12/mondriand5.png 635w, https://mulheraos60.com.br/wp-content/uploads/2017/12/mondriand5-300x193.png 300w" sizes="auto, (max-width: 635px) 100vw, 635px" /><figcaption class="wp-element-caption">Piet Mondrian &#8211; Composição nº 3 com planos de cores &#8211; 1917</figcaption></figure>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="761" height="545" src="https://mulheraos60.com.br/wp-content/uploads/2017/12/mondriand6.png" alt="" class="wp-image-6026" srcset="https://mulheraos60.com.br/wp-content/uploads/2017/12/mondriand6.png 761w, https://mulheraos60.com.br/wp-content/uploads/2017/12/mondriand6-300x215.png 300w" sizes="auto, (max-width: 761px) 100vw, 761px" /><figcaption class="wp-element-caption">Piet Mondrian &#8211; Moinho de vento à noite (Windmill in the Evening), 1917.</figcaption></figure>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="323" height="400" src="https://mulheraos60.com.br/wp-content/uploads/2017/12/mondriand7.png" alt="" class="wp-image-6027" srcset="https://mulheraos60.com.br/wp-content/uploads/2017/12/mondriand7.png 323w, https://mulheraos60.com.br/wp-content/uploads/2017/12/mondriand7-242x300.png 242w" sizes="auto, (max-width: 323px) 100vw, 323px" /><figcaption class="wp-element-caption">Autoretrato &#8211; 1918</figcaption></figure>



<p>Essa é sua obra mais famosa, uma associação de retângulos de cores primárias delimitadas por grossas linhas pretas, traçadas por intuição, e que preenchem todo o espaço. O jogo de cores e as linhas abertas dão a ideia de infinito. Para chegar a pintar essa obra, Mondrian teve uma longa trajetória que iniciou em 1892, ao ingressar na Academia Real de Artes Visuais de Amsterdã.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="635" height="476" src="https://mulheraos60.com.br/wp-content/uploads/2017/12/mondriand8.png" alt="" class="wp-image-6028" srcset="https://mulheraos60.com.br/wp-content/uploads/2017/12/mondriand8.png 635w, https://mulheraos60.com.br/wp-content/uploads/2017/12/mondriand8-300x225.png 300w" sizes="auto, (max-width: 635px) 100vw, 635px" /><figcaption class="wp-element-caption">Piet Mondrian &#8211; Composição com grande plano vermelho, amarelo, preto, cinza e azul (1921) Gemeentemuseum, Den Haag</figcaption></figure>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://mulheraos60.com.br/wp-content/uploads/2017/12/mondrian9-1024x768.png" alt="" class="wp-image-6029" srcset="https://mulheraos60.com.br/wp-content/uploads/2017/12/mondrian9-1024x768.png 1024w, https://mulheraos60.com.br/wp-content/uploads/2017/12/mondrian9-300x225.png 300w, https://mulheraos60.com.br/wp-content/uploads/2017/12/mondrian9-768x576.png 768w, https://mulheraos60.com.br/wp-content/uploads/2017/12/mondrian9.png 1269w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Piet Mondrian &#8211; Composição de linhas e cores: III (Composition width lines and color: III), 1937.</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://mulheraos60.com.br/wp-content/uploads/2017/12/mondrian10-1024x768.png" alt="" class="wp-image-6030" srcset="https://mulheraos60.com.br/wp-content/uploads/2017/12/mondrian10-1024x768.png 1024w, https://mulheraos60.com.br/wp-content/uploads/2017/12/mondrian10-300x225.png 300w, https://mulheraos60.com.br/wp-content/uploads/2017/12/mondrian10-768x576.png 768w, https://mulheraos60.com.br/wp-content/uploads/2017/12/mondrian10.png 1269w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Piet Mondrian &#8211; Composição “De Stijl”, 1950-1955</figcaption></figure>



<p></p>



<p></p>
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		<title>Visitando o Sr. Green</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucimar Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Apr 2017 20:09:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[comédia]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[Nos dias 25 e 26 de março 2017, em Brasília, no teatro da UNIP, houve...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Nos dias 25 e 26 de março 2017, em Brasília, no teatro da UNIP, houve a apresentação da comédia dramática “Visitando o Sr. Green”, sob direção de Cássio Scapin, com os atores Sérgio Mamberti e Ricardo Gelli.</p>



<p>A peça trata da aproximação entre um solitário e idoso judeu ortodoxo, o sr. Green, de 86 anos , e o advogado de 29 anos Ross Gardner, em Nova Iorque. Essa aproximação acontece após Gardner ter sido acusado de negligência e considerado culpado pelo “quase atropelamento” do sr. Green. A pena dada pelo juiz Kruger consistiu em visitas a serem feitas pelo advogado à vítima em seu velho apartamento uma vez por semana, por seis meses. Ambos são colocados nessa situação. E essa convivência nos reserva surpresas.</p>



<p>Cada um expõe seus sentimentos, pontos de vistas em diálogos, frustrações mostrando aos poucos suas personalidades. E muitos assuntos ligados à cultura judaica vão sendo colocados por ambos de maneira espontânea e até engraçada. São situações inusitadas com humor e emoção.</p>



<p>Cabe destaque o apartamento velho e bagunçado do sr. Green, onde ocorre toda a ação, em que vemos edições de listas telefônicas já em desuso, jornais espalhados, pilhas de correspondências, um buquê de flores secas, várias sacolas de papel e, claro, o telefone preto, modelo do século XX.</p>



<p>As reações do sr. Green quando Gardner diz que é homossexual são de surpresa, desentendimento, não aceitação inicial, mas depois tudo fica bem e o sr. Green vê nele um amigo.</p>



<p>Escrita nos anos 1980, essa peça foi apresentada em mais de 40 países e estreou no Brasil há dezessete anos com o ator Paulo Autran e Cássio Scapin no elenco. Em 2015, foi remontada sob a direção de Scapin com a participação dos atores Sérgio Mamberti e Ricardo Gelli A peça retrata a realidade: a figura do vovô com suas manias, experiências de vida e Gardner, jovem advogado, que, muitas vezes, não aceita as colocações do sr. Green. Vemos, então, a troca de conhecimentos entre ambos, com o olhar distinto de duas gerações.</p>
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		<title>A história  de nós  2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucimar Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jan 2017 18:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[comédia]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[romântica]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[Comédia romântica , sob a direção  de Ernesto Piccolo  e  estrelada  pelos atores Alexandra Richter...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Comédia romântica , sob a direção  de Ernesto Piccolo  e  estrelada  pelos atores Alexandra Richter e Bruno Garcia, conta as aventuras  e desencontros de um casal já  separado.</p>



<p>Essa&nbsp; comédia estreou&nbsp; em 2009 e já foi vista por mais de 800 mil pessoas do Brasil. e, em nova montagem, retornou&nbsp; ao Rio de Janeiro&nbsp; para a temporada de verão,&nbsp; no teatro Vanucci, no Shopping da da Gávea , de 5 de janeiro a 26 de março próximo.&nbsp; E dado o sucesso da peça,&nbsp; vai virar filme e&nbsp; começará a ser rodado no segundo semestre de 2017.</p>



<p>Todas as&nbsp; cenas do espetáculo ocorrem na noite em que Edu (Bruno Garcia) , separado há algum tempo de Lena (Alexandra Richter) , vai pegar seus pertences&nbsp; no apartamento. Ambos se encontram e ocorre um ajuste de contas. Eles, então,&nbsp; lavam a &#8220;roupa suja&#8221;&nbsp; do relacionamento&nbsp; de sete anos.&nbsp; De maneira cômica,&nbsp; eles procuram quem realmente causou a separacao &#8211; se foi a esposa, advogada&nbsp; bem sucedida , que foi mais mãe do que mulher e que é preocupada com&nbsp; a organização e limpeza das coisas ou o marido,&nbsp; um públicitario workaholic que não&nbsp; cresceu, além de ser bagunceiro.</p>



<p>A história é uma sequência&nbsp; de diferentes fases de ambos,&nbsp; que apesar do prazer de estarem juntos, divergem sobre vários assuntos, o que gera as discussões .</p>



<p>É uma peça que retrata&nbsp; o cotidiano das pessoas,&nbsp; o púbico&nbsp; se vê&nbsp; em vários momentos vividos pelo casal de personagens.</p>



<p>Edu é&nbsp; um homem dividido que, ao mesmo tempo, quer manter o casamento,&nbsp; mas ser livre,&nbsp; sair com os amigos, além de desejar crescer profissionalmente. E, a meu ver,&nbsp; não&nbsp; estava preparado para ser pai. Já,&nbsp; Lena, é&nbsp; uma&nbsp; mulher&nbsp; que não sabe viver de maneira integrada seu lado de esposa,&nbsp; profissional e mãe.&nbsp;</p>



<p>Vale a pena ver o espetáculo.&nbsp; É alegre, divertido e retrata&nbsp; o dia a dia de qualquer casal, suas aventuras e desencontros. Eu vi a peça&nbsp; e gostei, pois os diálogos dos personagens&nbsp; são divertidos e inventivos.</p>
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		<title>O último sopro de vida</title>
		<link>https://mulheraos60.com.br/2016/08/o-ultimo-sopro-de-vida/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucimar Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Aug 2016 23:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Kalanithi]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[médico]]></category>
		<category><![CDATA[Paul]]></category>
		<category><![CDATA[sopro]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>
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					<description><![CDATA[Assim que foi lançado no Brasil, comprei o livro O último sopro de vida, que...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Assim que foi lançado no Brasil, comprei o livro <em>O último sopro de vida</em>, que traz a história do médico americano Paul Kalanithi, sua trajetória profissional e de vida, cujo desejo de escrever o livro surgiu aos 36 anos, depois de receber a notícia de que tinha câncer de pulmão com metástase em vários órgãos. Deu evasão à sua facilidade em escrever e mostrar os fatos.</p>



<p>A história não é triste, ao contrário. Inicialmente, mostra a rotina de um médico residente neurocirurgião e neurocientista. Uma viagem à sua vida como médico em hospitais, no desenvolvimento de suas pesquisas, e depois como paciente e médico ao mesmo tempo, no tratamento do seu câncer.</p>



<p>Em consultas com sua oncologista, ele atuou como médico, definindo junto com ela o seu tratamento. Para ele foi difícil, pois ele tinha conhecimento total e real da sua situação de doente incurável, com pouco tempo de vida.</p>



<p>Esse tempo que lhe restava o fez planejar sua vida, a fim de viver novas emoções, como ter uma filha com sua esposa Lucy Kalanithi. Ela nasceu em julho de 2014&nbsp; e se chama Elizabeth Acadia, carinhosamente chamada de Cady, a quem ele dedicou o livro.</p>



<p>O que fica para as pessoas, depois da leitura do livro, é a busca do neurocirurgião pela perfeição, a preocupação em dar o seu melhor como médico aos seus pacientes, e que pode ser visto em suas palavras &#8220;fui atraído pela neurocirurgia, com seu implacável apelo pela perfeição&#8221;.</p>



<p>Interessante o trecho em que ele afirma que &#8220;os médicos cuidam de doentes, mas os neurocirurgiões trabalham com a essência da identidade: qualquer operação no cérebro é uma manipulação da substância de nosso eu&#8221;. Com essa frase ele quis dizer que a&nbsp; cirurgia no cérebro é dramática e não é simplesmente viver ou morrer, mas que tipo de vida vale a pena viver. Ele considerou o risco da pessoa não ser a mesma de antes.Ter uma perda cerebral, de memória ou mesmo viver de maneira vegetativa.</p>



<p>A finalização do livro e sua edição ficaram sob responsabilidade de sua esposa, cumprindo, assim, seu último desejo. Ele deixou o manuscrito inacabado, quando veio a falecer, em 15 de março de 2015.</p>



<p>Morrer antes dos 40 anos, e de câncer, quando se está iniciando a vida familiar e com uma trajetória profissional cheia de desafios é difícil, mais ainda quando se trata de um médico com uma carreira brilhante como neurocirurgião que conseguiu, mesmo doente, terminar sua residência.&nbsp; Ele teve de redesenhar seu breve futuro, a partir da descoberta da doença. Ele lutou &#8220;por dias mais ricos de propósitos e significados&#8221;. E conseguiu. Ele foi um médico e ser humano notável. Ele fez com que cada momento de sua vida tivesse realmente valido a pena.</p>
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		<title>Amizades improváveis (The fundamentals of caring)</title>
		<link>https://mulheraos60.com.br/2016/06/amizades-improvaveis-the-fundamentals-of-caring/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucimar Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jun 2016 16:55:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[Lançado no Brasil em junho de 2016, pela Netflix, Amizades Improváveis é um filme americano,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Lançado no Brasil em junho de 2016, pela Netflix, Amizades Improváveis é um filme americano, escrito e dirigido por Rob Burnett e baseado na obra literária <em>The Revised Fundamentals of Caregiving</em>, de Jonathan Evison, e é uma boa opção para aqueles que querem assistir um filme com texto leve e divertido.</p>


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<figure class="alignleft size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="250" height="371" src="https://mulheraos60.com.br/wp-content/uploads/2024/03/amizades_improvaveis_filme.png" alt="" class="wp-image-6066" srcset="https://mulheraos60.com.br/wp-content/uploads/2024/03/amizades_improvaveis_filme.png 250w, https://mulheraos60.com.br/wp-content/uploads/2024/03/amizades_improvaveis_filme-202x300.png 202w" sizes="auto, (max-width: 250px) 100vw, 250px" /></figure></div>


<p>Na história, Ben (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Paul_Rudd">Paul Rudd</a>) é um escritor que há tempos está sem trabalhar e  em processo de divórcio. Devido a uma tragédia pessoal – perda do filho, resolve fazer um curso de cuidador, para evitar seu luto. Seu primeiro cliente é Trevor (Craig Roberts), um jovem de 18 anos com distrofia muscular, doença degenerativa que o condena a viver em uma cadeira de rodas, e é um rapaz, muitas vezes, sarcástico, irritante e provocador e que gosta de assistir ao noticiário de TV. Ben foi contratado por Elsa (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jennifer_Ehle">Jennifer Ehle</a>), mãe de Trevor, uma britânica que se mudou para os Estados Unidos recentemente.</p>



<p>Após Ben pedir autorização para Elsa, ele e Trevor embarcam numa viagem de carro por todos os lugares pelos quais Trevor ficou obcecado assistindo ao noticiário de TV, incluindo seu Santo Graal: o buraco mais profundo do mundo. No caminho, eles conhecem a jovem Dot (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Selena_Gomez">Selena Gomez</a>) que pega carona para Denver e está em conflito com seu pai, e, também, Peaches (Megan Ferguson), que está grávida e cujo carro pifou – o marido é soldado no Afeganistão. Ambas embarcam na aventura da dupla. Peaches acaba tendo o bebê durante a viagem e Dot retorna à sua casa com seu pai.</p>



<p>Aventurando-se pela primeira vez além da sua casa, ou lugares próximos a ela, Trover descobre o que é ter esperança e amigos de verdade, e se envolve emocionalmente com a Dot.</p>



<p>Confesso que não sou fã de <em>road movies</em>, mas fiquei interessada e decidi assisti-lo. Com diálogos afiados e divertidos, a relação entre Ben e Trevor segue os dilemas comuns às relações de gerações diferentes e com trajetórias de vidas marcantes. </p>



<p>O que ficou registrado da história para mim foi o carisma dos atores, os locais curiosos pelos quais o autor nos leva no interior dos Estados Unidos, e alguns momentos divertidos fazem com que o longa se torne em uma comédia dramática agradável e divertida, que leva o espectador mais às risadas que às lágrimas. Enfim, é uma história que trata de perdas e de amadurecimento mútuo. </p>



<p>Veja esse filme na <a href="https://netflix.com">Netflix</a>.</p>
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